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Pnud diz que A.Latina enfrentará um 2009 muito difícil

México, 19 nov (EFE).- O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) advertiu hoje que a América Latina vai enfrentar em 2009 um ano muito duro, com fatores, como os altos preços de alimentos e energéticos, a crise financeira e a mudança climática, que vão afetar setores econômicos fundamentais.

EFE |

A diretora para a América Latina e o Caribe do Pnud, a costarriquenha Rebeca Grynspan, assegurou em coletiva de imprensa, na capital do México, que haverá "embates importantes sobre muitos dos motores de crescimento que as economias da região tinham".

Esses choques afetarão, sobretudo, o turismo, remessas, manufaturas, investimento estrangeiro direto e exportações, frisou Grynspan, durante o lançamento da segunda edição do prêmio jornalístico "América Latina e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ", convocado pelo Pnud e pelaa agência de notícias "Inter Press Service" ("IPS").

A funcionária da ONU ressaltou que, historicamente, durante a parte baixa do ciclo econômico, "aumenta" a desnutrição infantil, a mortalidade materna e a deserção escolar na América Latina.

Para enfrentar essa situação, pediu aos países desenvolvidos que mantenham seu nível de cooperação e assistência com as nações emergentes em meio da crise econômica mundial.

"Hoje, mais do que nunca, temos que redobrar os esforços com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio para não só chegar a eles, mas evitar retrocessos na região", apontou.

Alcançar os Objetivos do Milênio, uma série de compromissos sociais que os membros das Nações Unidas prometeram cumprir para 2015, implicam, na América Latina, "tirar da pobreza extrema quase 50 milhões de pessoas, libertar da desnutrição dois milhões de meninos e meninas e conseguir que 13 milhões de latino-americanos completem a educação primária", detalhou Grynspan. EFE jd/rr

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