PMI da zona do euro tem maior nível desde junho de 2006

SÃO PAULO - O Índice de Gerentes de Compras para a atividade manufatureira na zona do euro (PMI, na sigla em inglês) avançou para 57,6 em abril, o nível mais alto desde junho de 2006. O resultado veio na sequência dos 56,6 registrados em março e ficou um pouco acima da leitura preliminar, de 57,5.

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SÃO PAULO - O Índice de Gerentes de Compras para a atividade manufatureira na zona do euro (PMI, na sigla em inglês) avançou para 57,6 em abril, o nível mais alto desde junho de 2006. O resultado veio na sequência dos 56,6 registrados em março e ficou um pouco acima da leitura preliminar, de 57,5. Os dados foram divulgados hoje pela empresa de pesquisas Markit Economics. O PMI é uma média ponderada dos indicadores de novas encomendas, produção, emprego, estoques e oferta e o patamar 50 divide a expansão da contração da atividade. Segundo a Markit, a produção manufatureira e os novos pedidos à indústria aumentaram pelo nono mês consecutivo, com fortes avanços nos dois casos, embora um pouco inferiores às leituras preliminares. A Grécia foi o único país em que houve contração na produção. A diferença entre os índices de produção do país com a melhor performance, a Alemanha, e daquele com o desempenho mais fraco, a Grécia, foi a mais alta desde que a pesquisa começou a ser realizada. "O PMI de abril aponta para um crescimento da produção industrial que se aproxima dos dois dígitos, enquanto a expansão guiada pelas exportações atinge um ritmo recorde na Alemanha. São particularmente bem-vindos os sinais de que países periféricos como Irlanda e Espanha estão agora tendo agora um crescimento mais rápido", disse o economista-chefe do Markit, Chris Williamson, em nota. "Entretanto, as preocupações com relação à Grécia se aprofundaram, com contínua contração e acelerado declínio nos pedidos de exportações, sugerindo que a previsão de crescimento do governo para 2010 está parecendo cada vez mais otimista." (Karin Sato | Valor) Eurozone manufacturing output growth fastest for nearly 10 years in April, but Greece suffers further contraction Key points: ?? Final PMI at highest level since June 2006, driven by near 10-year peak in output growth. ?? Intra-regional growth disparities reach new high as record growth in Germany contrasts with ongoing downturn in Greece. ?? Labour market close to stabilising. Input and output price indices rose sharply. Summary: At 57.6 in April, up from 56.6 in March, the Markit Final Eurozone Manufacturing PMI rose to its highest level since June 2006 and came in slightly above its earlier flash estimate of 57.5. The PMI - which is a weighted average of indices for new orders, output, employment, stocks and supplier performance - has remained above the neutral 50.0 mark for seven consecutive months. April saw manufacturing production and new orders rise for the ninth successive month, growing strongly in both cases - although slightly slower than the flash estimates. Manufacturing production expanded at the fastest pace since June 2000. Growth was led by survey record rates of increase in Germany and Austria. Output also rose in France, Ireland, the Netherlands, Italy and Spain. Greece was the only nation to report a contraction, albeit less marked than in March. The differential between the output indices of the strongest performer (Germany) and the weakest (Greece) was at its widest in the survey history. Output expanded at a survey record rate in the intermediate goods sector and at the quickest pace for ten years at capital goods producers. Consumer goods output also rose, but to a much lesser extent than signalled by the other two sectors. Economist, Chris Williamson said: "At the Eurozone level, April's final PMI data point to manufacturing output growth approaching double-digits as export-driven expansion hits a record pace in Germany and continues to surge in many other nations. Particularly welcome are signs that peripheral countries such as Ireland and Spain are now enjoying sharply faster growth. However, in stark contrast, Greece's woes have deepened, with ongoing contraction and an accelerating downturn in export orders suggesting that the government's growth forecast for 2010 is looking increasingly optimistic."

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