Pior nevasca na história do Tibete deixa 6 mortos e 1,7 mil incomunicáveis

Pequim, 30 out (EFE).- Seis pessoas morreram e mais de 1,7 mil estão incomunicáveis na região autônoma do Tibete (sudoeste da China), por conseqüência do que os meteorologistas consideram a pior tempestade de neve no território desde o início de registros oficiais, informou hoje a agência oficial Xinhua.

EFE |

As vítimas fatais eram moradores dos distritos de Lhunze, Cuona e Comai, que morreram congelados ou soterrados por edifícios que desabaram com o peso da neve, destacaram as autoridades tibetanas.

Responsáveis da área de Shannan (próxima à fronteira com o Butão), a mais atingida pelas nevascas, informaram que cinco de seus distritos têm as estradas e comunicações bloquedass e que policiais e soldados chineses estão trabalhando na retirada de neve destas infra-estruturas.

O mau tempo também obrigou o fechamento do aeroporto de Qamdo, o mais alto do mundo, com 4.334 metros.

Segundo o observatório meteorológico no Tibete, a nevasca, que começou no domingo passado e durou até terça-feira, é a pior na região registrada pelos especialistas e chega a ter, em algumas áreas do distrito de Cuona, 64 centímetros de espessura.

Os termômetros de temperatura na área caíram para 25 graus abaixo de zero.

O departamento de assuntos civis regional preparou o envio de roupas e tendas de campanha para as áreas atingidas. EFE abc/fh/an

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