Piñera oferece ajuda a Equador e China após acidentes em minas

Presidente disse, em Londres, que Equador e China podem contra com o Chile

AFP |

O presidente chileno, Sebastián Piñera, ofereceu ajuda, neste sábado, ao Equador e à China, cenários de novos acidentes em minas, e informou que seu país tirará lições do acidente na jazida do deserto do Atacama.

"Espero que os trabalhadores chineses que sofreram um acidente, e também no Equador, possam sair com vida", disse o presidente chileno pouco depois de sua chegada à capital britânica a jornalistas reunidos na porta de seu hotel.

"E sim, poderemos ser de alguma ajuda. Sabem que podem contar conosco", acrescentou em inglês Piñera, cuja popularidade disparou esta semana após o bem sucedido resgate dos 33 mineiros presos durante 69 dias na mina San José, no norte do Chile.

Enquanto isso, estão em andamento os esforços para resgatar 16 mineiros presos em uma mina de carvão no centro da China, após uma explosão que matou outros 21, e de buscas de um provável sobrevivente em uma mina de ouro a 150 metros de profundidade no sudoeste do Equador, onde já foram localizados três corpos.

Piñera, que está acompanhado da esposa, Cecilia Morel, disse que o Chile vai tirar lições do acidente que, durante semanas, manteve o mundo em vigília. "Temos muito a aprender com este acidente, e uma das lições é que temos que ser muito mais cuidadosos e estar comprometidos com a segurança, as vidas e a saúde dos nossos trabalhadores", acrescentou o presidente chileno.

Piñera chegou na tarde deste sábado a Londres para iniciar um giro europeu de uma semana que o levará a Paris e Berlim.

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