Os preços do petróleo se recuperavam nesta segunda-feira em Nova York, após uma queda de mais de 10 dólares na última semana, superando a cotação de 80 dólares em Londres, impulsionados pelo anúncio do plano da União Europeia de defesa da zona do euro." /

Os preços do petróleo se recuperavam nesta segunda-feira em Nova York, após uma queda de mais de 10 dólares na última semana, superando a cotação de 80 dólares em Londres, impulsionados pelo anúncio do plano da União Europeia de defesa da zona do euro." /

Petróleo se recupera en NY e Londres, onde supera os 80 dólares

Os preços do petróleo se recuperavam nesta segunda-feira em Nova York, após uma queda de mais de 10 dólares na última semana, superando a cotação de 80 dólares em Londres, impulsionados pelo anúncio do plano da União Europeia de defesa da zona do euro.

AFP |

Os preços do petróleo se recuperavam nesta segunda-feira em Nova York, após uma queda de mais de 10 dólares na última semana, superando a cotação de 80 dólares em Londres, impulsionados pelo anúncio do plano da União Europeia de defesa da zona do euro.

No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do West Texas Intermediate (designação do "light sweet crude" negociado nos EUA) para entrega em junho fechou em 76,80 dólares, uma alta de 1,69 dólar em relação à sexta-feira.

No InterContinentalExchange de Londres, o barril de Brent do Mar do Norte com igual vencimento, ganhou 1,85 dólar, indo para 80,12 dólares.

Na última semana, o medo de que a Grécia afundasse na crise ante a incapacidade de enfrentar suas dívidas e de que esta situação se estendesse a outros países da zona do euro fez o preço do WTI cair 11 dólares, quase 13% em Nova York.

"O mercado ter caído na sexta-feira foi surpreendente, visto os bons dados de emprego nos Estados Unidos", comentou Jason Schenker, da Prestige Economics. "O mercado estava inquieto pela crise da dívida grega. A esperança de uma resolução da crise e de sua contenção faz os preços se recuperarem de maneira significativa".

Na madrugada de domingo para segunda-feira, os países membros da UE aceitaram pôr em prática um plano de emergência histórico - com a contribuição do Fundo Monetário Internacional - de 750 bilhões de euros para ajudar os países da zona do euro, se necessário, e deter a crise financeira que ameaça afetar todo o planeta.

"Dá a impressão de que a Europa reage à crise, como o fez os Estados Unidos com o plano de resgate aos bancos no outono (Hemisfério Norte) de 2008", explicou Andy Lipow, da Lipow Oil Associates. "Isto dá aos mercados a esperança de que a Europa se manterá no caminho da recuperação".

gmo/chr/ma

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