Pesquisas com células-tronco esquecem asiáticos e africanos

Os asiáticos e os africanos correm o risco de serem menos beneficiados com a pesquisa sobre células-tronco do que as pessoas de origem europeia devido a uma falta de diversidade nas células armazenadas para estudo, advertiram os pesquisadores americanos.

AFP |

Uma equipe de cientistas da Universidade de Michigan (norte) descobriu que as linhas de células-tronco proveem em sua grande maioria de pessoas de origem europeia. Segundo a equipe, a falta de diversidade poderá ter um impacto sobre os estudos relacionados com doenças que afetam principalmente pessoas de origens diferentes.

"É crucial que estejam disponíveis linhas diferentes para a pesquisa para garantir que todos os pacientes se beneficiem dos resultados", indicou Sean Morrison, especialista em células-tronco da Universidade de Michigan.

O estudo, publicado no New England Journal of Medicine, se centrou em 47 linhas de céluls-tronco das 700 atualmente usadas na pesquisa.

arb/cn

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