Pesquisa: Obama aumenta vantagem sobre Hillary

O senador Barack Obama aumentou a distância sobre sua rival Hillary Clinton na disputa pela candidatura democrata à Casa Branca, segundo pesquisa divulgada neste sábado nos Estados Unidos, que dá cerca de 20 pontos de vantagem ao senador por Illinois a nível nacional.

AFP |

Ao todo, 54% dos eleitores democratas preferem Obama, enquanto apenas 35% votariam em Hillary, segundo a sondagem do instituto Princeton Survey Research Associates International, realizada para a revista Newsweek com 1.209 pessoas.

Em março, a mesma pesquisa de opinião colocava os dois candidatos democratas tecnicamente empatados, com 45% das preferências a favor de Obama e 44% a favor de Hillary.

Os resultados são publicados a apenas três dias da crucial primária no estado da Pensilvania (noroeste).

Um dado bastante duro para a ex-primeira-dama revelado pela sondagem é que a maioria dos eleitores (51%) passou a considerá-la desonesta e pouco confiável, contra 41% que pensam o contrário.

A pesquisa foi feita entre os dias 16 e 17 de abril, depois de uma saia-justa protagonizada por Hillary, que se desculpou por ter afirmado que pousou em Tuzla, na Bósnia, sob o fogo de franco-atiradores quando era primeira-dama, em 1996.

Além disso, 53% dos eleitores acreditam que Barack Obama compartilha seus valores pessoais, contra 47% para Hillary e 45% para o republicano John McCain.

A respeito do candidato com mais chences de vencer McCain nas eleições de novembro, os eleitores democratas também demonstram apoio maior a Obama: 55%, contra 33% da senadora por Nova York.

No entanto, os dois pré-candidatos à presidência sofreram com a constante troca de farpas. Obama teve apenas 57% de opiniões favoráveis (menos quatro pontos em relação a março); Hillary aparece com 49% (menos sete pontos). McCain também apresentou uma leve queda de popularidade, perdendo três pontos (52%).

Aproximadamente metade dos eleitores democratas (49%) acredita que se a disputa pela candidatura entre os dois senadores durar até a convenção do partido, em agosto, o ex-vice-presidente Al Gore deveria ser considerado para enfrentar o candidato republicano.

cg/ap

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