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Pesquisa diz que Palin ajuda McCain em estados importantes

Washington, 11 set (EFE).- A escolha de Sarah Palin como candidata a vice-presidente dos Estados Unidos pelo Partido Republicano, na chapa de John McCain, foi bem recebida em estados importantes como a Flórida, segundo uma pesquisa divulgada hoje pela Universidade Quinnipiac.

EFE |

Na Flórida, McCain aumentou sua vantagem para sete pontos sobre o democrata Barack Obama, que em Ohio tem 49% da preferência contra 44% do republicano.

Obama também está a frente de McCain na Pensilvânia, apesar de sua vantagem não ser tão grande. Lá, os dois candidatos estão tecnicamente empatados.

A maioria dos eleitores nos três estados disseram que a escolha de Palin foi acertada. Cerca de um em cada quatro votantes afirma que provavelmente escolherão McCain após essa decisão.

Grande parte dos eleitores também vê com bons olhos a decisão de Obama de escolher o senador Joe Biden, embora menos pessoas tenham afirmado que isso aumenta as chances de votar no senador por Illinois.

Na Flórida, seis em cada dez eleitores consultados disseram que Palin foi uma boa escolha. Quase metade dos eleitores, 47%, diz ter uma percepção positiva da governadora do Alasca, embora 30% afirmem não saber o suficiente sobre ela.

Cerca de 25% dos que apoiaram a senadora democrata Hillary Clinton nas primárias dizem que votarão em McCain, acima dos 14% de um mês atrás.

A pesquisa feita por telefone na Flórida com 1.032 eleitores aconteceu entre os dias 5 e 9 deste mês e tem margem de erro de 3,1%.

Em Ohio, onde os republicanos venceram tanto em 2000 como em 2004, Obama ganhou terreno em relação ao último mês, quando estava praticamente empatado com McCain.

A pesquisa foi feita entre 1.367 eleitores e tem uma margem de erro de 2,7%.

Na Pensilvânia, a vantagem de dez pontos de Obama sobre McCain entre o fundamental eleitorado independente praticamente desapareceu.

Obama, que tinha vantagem no mês passado de sete pontos (49% contra 42%) está agora somente três a frente de McCain (48% a 45%).

A pesquisa foi feita entre 1.001 eleitores e tem uma margem de erro de 3,1 pontos. EFE tb/rb/rr

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