A China voltou a pedir aos Estados Unidos que interrompam suas operações de vigilância em águas chinesas, mas um responsável americano afirmou nesta sexta-feira que a política de permanência não mudou.

"A constante vigilância norte-americana aérea e marítima na zona econômica exclusiva da China é causa de problemas entre as marinhas e forças aéreas chinesas e norte-americanas", destacou o ministério da Defesa chinês.

"A maneira de resolver os incidentes marítimos chinês-americano é que os Estados Unidos mudem de política e suas operações de vigilância da China, reduzindo-as e eventualmente interrompendo-as", acrescentou o texto.

Este pedido foi feito novamente nos dois dias de discussões desta semana em Pequim entre ambas as partes sobre questões militares marítimas, destacou o comunicado na página da internet do Ministério.

Em Pequim, uma porta-voz da embaixada dos EUA indicou à AFP que a política não mudou.

"Os Estados Unidos exercem a liberdade de navegação nos mares segundo a legislação internacional, por focar a prevenção de incidentes indesejáveis", declarou a porta-voz, Susan Stevenson.

sai/lm

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