Pequim condena ataque a delegações chinesas na Alemanha e Holanda

Pequim, 7 jul (EFE).- O Governo chinês condenou os ataques sofridos por suas delegações diplomáticas na Alemanha e na Holanda, e acusou pelos atos elementos não identificados do Turquestão Oriental, disse o porta-voz de turno do Ministério de Assuntos Exteriores chinês, Qin Gang.

EFE |

Os ataques à embaixada chinesa em Amsterdã (Holanda) e ao consulado chinês em Munique (Alemanha) foram relacionados aos distúrbios ocorridos nos últimos dias entre muçulmanos uigures e chineses han em Urumqi, capital da região ocidental de Xinjiang, que deixaram pelo menos 156 mortos e mais de 1,4 mil detidos.

"Pedimos à Holanda e à Alemanha que tomem medidas para garantir a segurança das missões e instituições chinesas, assim como a segurança e dignidade dos diplomatas chineses", disse o porta-voz.

Qin indicou que, contatados por Pequim, os dois países se comprometeram a garantir a segurança das delegações chinesas presentes em seu território.

Ontem, mais de 100 pessoas - "separatistas do Turquestão Oriental", segundo o Ministério de Assuntos Exteriores chinês - se concentraram em frente à embaixada chinesa na Holanda e jogaram pedras contra o edifício.

Em Munique, o consulado da China foi atingido por dois coquetéis molotov, que danificaram o edifício e a bandeira chinesa que estava do lado de fora. EFE gmp/an

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