Pentágono nega estar pressionando Exército do Paquistão contra talibãs

Washington, 10 mai (EFE).- O Exército americano negou estar pressionando o paquistanês para que aumente suas operações contra os talibãs no país, depois do atentado com um carro bomba que fracassou em Times Square, Nova York.

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Washington, 10 mai (EFE).- O Exército americano negou estar pressionando o paquistanês para que aumente suas operações contra os talibãs no país, depois do atentado com um carro bomba que fracassou em Times Square, Nova York. Segundo a rede "CNN", que citou um alto oficial que pediu para não ser identificado, o chefe do Estado-maior conjunto dos Estados Unidos, almirante Michael Mullen, falou sobre o assunto com o chefe do Exército do Paquistão, general Ashfaq Kayani, no domingo passado. Mullen assegurou a "Kayani que não estamos tentando pressioná-lo depois desse caso", disse a fonte anônima. Segundo o militar, os EUA também não estão pressionando o Paquistão para que acelere suas operações no norte do Waziristão, reduto da rede terrorista Al Qaeda e do talibã, na fronteira com o Afeganistão. "Nos sentimos muito cômodos com o trabalho que estiveram fazendo e onde estão no momento", acrescentou o oficial. Segundo a "CNN", o general Stanley McChrystal, chefe das tropas americanas no Afeganistão, também se reuniu com Kayani para transmitir a mesma mensagem a ele. No entanto, no fim de semana passado, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, advertiu sobre as "consequências severas" para o Paquistão se um atentado como o que fracassou em Times Square desse certo e fosse determinado que tinha sido planejado no Paquistão. Os EUA investigam os vínculos com o Paquistão de Faisal Shahzad, suspeito de ter levado o carro bomba a Times Square, e se o ataque foi organizado ou dirigido no país asiático. EFE elv/pd

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