Pentágono anuncia nova estratégia de defesa prevê ampliar a guerra contra o extremismo

O Pentágono diz em sua nova estratégia de defesa que não pretende mais se enforcar pela guerra convencional, e sim preparar melhor o exército para lutar contra as ameaças complexas do extremismo, segundo um documento publicado nesta quinta-feira pelo jornal Washington Post.

AFP |

Segundo o documento, chamado "Estratégia da Defesa Nacional", aprovado pelo secretário de Defesa americano, Robert Gates, o exército dos Estados Unidos deve se preparar para uma luta diversificada e de longa duração contra as insurreições e o terrorismo, em escala mundial.

O Iraque e o Afeganistão continuam sendo as principais frentes desta luta, mas não podemos perder de vista as implicações de um conflito a longo prazo, em múltiplas frentes e multidimensional, mais complexo e diversificado que a Guerra Fria", destacou o jornal ao citar o documento.

"Um êxito no Iraque e no Afeganistão é crucial para ganhar este conflito, mas não trará a vitória por si só",

A nova orientação prega alianças estratégicas com Rússia e China, assim como uma maior atenção para a forma como nascem os movimentos extremistas e seu comportamento.

"O uso da força tem um papel, no entanto os esforços do exército para capturar ou matar terroristas devem ser associados a medidas para promover a participação local no governo e em programas econômicos para estimular o desenvolvimento, assim como esforços para entender os rancores que podem estar na origem das insurreições, segundo o documento.

Por isso, o principal componente militar contra os extremistas violentos não é o combate que estamos realizando, mas a ajuda dada a nossos aliados para que possam se defender e governar sozinhos", concluiu o documento, que o jornal obteve no órgão de imprensa especializado InsideDefense.com.

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