Pelo menos seis soldados italianos mortos e 38 feridos no atentado de Cabul

Roma, 17 set (EFE).- Pelo menos seis soldados italianos morreram hoje no atentado terrorista perpetrado contra um comboio das tropas internacionais em frente a um escritório da polícia afegã próximo da embaixada dos Estados Unidos em Cabul, confirmaram hoje a Efe fontes do Ministério da Defesa da Itália.

EFE |

"Podemos confirmar que há seis italianos mortos, mas há outros mortos e feridos, e estamos tentando confirmar se são italianos ou não", agregaram as fontes do Ministério.

Distintas fontes informaram que, além dos italianos mortos, 38 outras pessoas ficaram feridas no atentado no centro de Cabul.

A explosão do carro bomba que foi jogado em movimento contra o comboio dos militares estrangeiros,pôde escutar-se em grande parte da cidade e aconteceu por volta do meio-dia, hora local, informaram vários meios de comunicação afegãos.

A zona da explosão, próxima à área das embaixadas de Cabul, estava muito movimentada quando aconteceu o ataque, afirmaram várias testemunhas, que disseram haver visto uma dúzia de soldados estrangeiros mortos ou feridos.

"Podemos confirmar a explosão, nas cercanias da praça Massoud e também que há vítimas da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf)", confirmou a Efe um porta-voz da organização, sem distinguir entre mortos e feridos.

Após o atentado, as tropas internacionais e afegãs isolaram o lugar, ao que se deslocaram várias ambulâncias encarregadas de transferir aos feridos aos hospitais próximos.

Segundo afirmou o porta-voz do Ministério da Saúde, Farid Raaid, pelo menos dois cadáveres chegaram aos centros sanitários, enquanto outras 38 pessoas ficaram feridas.

Embora Cabul seja uma cidade tomada pelas forças de segurança, os insurgentes já alcançaram em agosto realizar atentados contra o quartel-general da Isaf e contra um comboio militar na estrada de Jalalabad, aos arredores da capital.

No último dia 8, outro suicida explodiu fora da seção militar do aeroporto de Cabul, utilizado pelas tropas internacionais para levar a cabo suas operações militares e logísticas no Afeganistão, e causou a morte de três pessoas. EFE cps/fk

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