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Pelo menos 9 chineses são seqüestrados no Sudão

(atualiza com dados sobre o seqüestro e os seqüestradores) Cartum, 19 out (EFE).- Pelo menos nove chineses que trabalham no setor petrolífero do Sudão foram seqüestrados na tarde de sábado, informaram hoje fontes da embaixada da China em Cartum.

EFE |

O porta-voz da representação diplomática, Remond, disse à Agência Efe que o seqüestro aconteceu perto da região de Kurdufan, a sudoeste de Cartum, e que há engenheiros entre os seqüestrados.

Fontes oficiais do Sudão confirmaram o seqüestro e destacaram que, entre os capturados, possivelmente estão dois sudaneses que acompanhavam o grupo de chineses, informação que ainda não foi confirmada.

As fontes sudanesas acrescentaram que os seqüestradores pertencem ao grupo rebelde Movimento pela Justiça e a Igualdade (MJI), da província de Darfur.

Além disso, explicaram que os chineses, que trabalham para a estatal petrolífera chinesa Sinopec, viajavam em três carros quando foram interceptados no sul de Kurdufan por seus seqüestradores, que fugiram com os reféns em dois destes veículos.

O terceiro carro foi abandonado com uma mensagem para as autoridades sudanesas na qual os captores pedem o desenvolvimento da região de Kurdufan.

O seqüestro é o terceiro de trabalhadores do setor petrolífero ocorrido na mesma região em um ano.

A China tem grandes interesses na indústria do petróleo sudanesa.

Aproximadamente 25% do petróleo consumido pela China procedem da África, principalmente de Sudão, Angola, República Democrática do Congo e Nigéria.

O Governo da China já foi bastante criticado por apoiar o regime do presidente do Sudão, Omar Hassan Ahmad al-Bashir, e por manter vínculos carentes de escrúpulos políticos, que só visam a cobrir a demanda chinesa de matérias-primas. EFE az/wr/sc

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