Pelo menos 40 pessoas morreram em enfrentamentos no sul do Sudão

(atualiza número de vítimas e dá nova versão de fato). Cartum, 14 jun (EFE).- Pelo menos 40 pessoas morreram ontem em enfrentamentos entre forças de segurança regionais e uma milícia tribal, na região autônoma do sul do Sudão, informaram hoje as autoridades locais.

EFE |

O ministro da Informação da província do Alto Nilo, Toun Moum, explicou em comunicado que, entre as vítimas, há membros do "exército Popular de Libertação do Sudão" (EPLS), que protegiam 27 botes carregados com ajuda humanitária, que navegavam pelo rio Al Subat e que iam para a cidade de Akubu.

"Também entre as vítimas mortais estão mulheres e crianças que viajavam nas embarcações, e que foram mortos a tiros ou que afogaram ao se jogarem no rio", disse Moum.

O ministro afirmou que o ataque começou depois que milicianos da tribo Al Nuer inspecionaram um dos botes, com suspeitas de transportar armas e munição ao clã rival de Lau Nuer.

Os atacantes encontraram somente alimentos e dispararam quando as outras embarcações continuaram a viagem, afirmou Moum.

Esta versão contradiz a que tinha sido afirmada anteriormente pelo diretor do escritório do Governo da província do Alto Nilo, Rik Riko, que afirmou que os choques começaram quando milícias do "Exército Branco", pertencentes à tribo Al Nuer, atacaram uma caravana de ajuda humanitária da ONU.

Segundo Riko, o comboio tinha saído da cidade de Malkal, capital da província, e foi atacado na região de Al Nasser. EFE az-aj-ssa/sc/pd

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