Pelo menos 17 estrangeiros morreram nos ataques terroristas de Mumbai (oeste da Índia), que deixaram mais de 130 mortos e cerca de 300 feridos.

Dois americanos estão entre os mortos, confirmou o departamento de Estado nesta sexta-feira.

Além disso, dois franceses faleceram, anunciou nesta sexta-feira o ministro francês das Relações Exteriores, Bernard Kouchner.

Cinco reféns israelenses que estavam em poder de terroristas em um centro cultural judeu de Mumbai também foram mortos, destacou nesta sexta-feira um diplomata da embaixada de Israel na Índia.

O mesmo destino teve uma refém de Cingapura, Lo Hoei Yen, 28 anos, informaram fontes diplomáticas.

A morte de um cidadão britânico foi confirmada nesta quinta-feira pelo Foreign Office, mas a porta-voz da chancelaria do Reino Unido se recusou a informar o número de feridos.

Em Tóquio, a companhia Mitsui Marubeni Liquefied Gas anunciou que um de seus funcionários japoneses, Hisashi Tsuda, 38 anos, também está entre os mortos.

Por sua vez, uma porta-voz do ministério alemão das Relações Exteriores confirmou quinta-feira a morte de um de seus cidadãos, destacando que vários outros foram feridos.

Um italiano, Antonio de Lorenzo, também está entre os mortos, frisou a chancelaria.

Dois australianos também faleceram nos ataques. Um deles, Doug Markell, 71 anos, era um ex-parlamentar da região de Sydney, segundo Malcolm Turnbull, líder do partido liberal de oposição australiano. Mais cedo, as autoridades australianas anunciaram a morte de outro australiano, Brett Taylor, 49 anos.

Um canadense também morreu nos atentados, confirmou o chefe da diplomacia canadense, Lawrence Cannon.

bur/yw/sd

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.