Homem é acusado de produzir vídeos de pornografia com meninas de quatro a 16 anos

Um juiz mexicano condenou a 112 anos e seis meses de prisão o empresário mexicano de origem libanesa Jean Succar Kuri pelos delitos de pornografia infantil agravada e corrupção de menores, com o que muda a sentença ditada em março que o punia com 13 anos, um mês e 15 dias de prisão.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou que, apesar da sentença modificada, pela "legislação penal atual", Succar Kuri, conhecido como "El Jhonny", só ficará 60 anos na cadeia.

A decisão desta terça-feira modificou a sentença ditada por um juiz de distrito, que o condenada a 13 anos, um mês, 15 dias de prisão e multa de 85.837 pesos (US$ 7 mil). A decisão sofreu apelação da Promotoria, e a nova sentença também muda o valor da multa para 527.874 pesos (US$ 44 mil).

O caso de Succar Kuri ficou famoso no México em 2003, depois que um grupo de meninas, meninos e adolescentes denunciaram o empresário às autoridades pelos delitos de estupro, corrupção de menores e pornografia infantil.

Posteriormente, uma equipe de peritos obteve fotografias e vídeos de pornografia infantil com meninas de quatro a 16 anos supostamente produzidos por Succar Kuri.

Em 2004, as autoridades da Promotoria do estado mexicano de Quintana Roo gravaram um vídeo no qual o próprio Succar Kuri confessava seus delitos diante de uma de suas vítimas em um local público, admitindo que abusara de meninas de quatro anos de idade.

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