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O pediatra suíço Beat Richner, que dirige vários hospitais infantis no Camboja, rejeitou os 91 mil dólares obtidos através do leilão de uma fotografia nua da primeira-dama da França, Carla Bruni, por respeito aos seus pacientes, segundo a imprensa local.

A fotografia foi feita em 1993 pelo suíço Michel Comte, que convenceu o vendedor da obra, o colecionador Gert Elfering, de que doaria o dinheiro para uma causa humanitária, segundo a revista Le Matin Dimanche.

Richer explicou que não quer que a instituição seja "misturada com o uso midiático da nudez da senhora Bruni"

"No Camboja, a nudez não é entendida como no Ocidente", explicou.

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