Pastor americano enfrenta acusações de assédio sexual

Eddie Long está sendo processado por três rapazes membros de sua igreja, que dizem ter sido coagidos para ter relações sexuais

Reuters |

Pastor proeminente de uma megaigreja americana, o bispo Eddie Long está sendo processado por três rapazes, membros de sua igreja, que dizem que ele os coagiu a ter relações sexuais.

Long negou as acusações, feitas na Justiça, de que ele teria usado a autoridade de pastor da Igreja New Birth Missionary para coagi-los a ter relações quando eles eram adolescentes.

De acordo com as ações impetradas na terça-feira em DeKalb County, na Geórgia, "Long tem o hábito de destacar um grupo seleto de jovens rapazes, membros da sua igreja, e de usar a sua autoridade como bispo para convencê-los a ter relações sexuais".

Anthony Flagg, de 21 anos, Maurice Robinsosn, de 20 anos, e Jamal Parris, de 23 anos, pedem indenização, mas ainda não foram especificados os valores. A ação de Parris contra o pastor foi impetrada pouco depois da abertura dos processos dos outros dois.

"Long desmente veementemente as acusações, afirmando que não têm sentido", disse seu porta-voz Art Franklin à rede de TV CNN.

A lista de pastores protestantes ilustres que se envolveram em escândalos sexuais, inclui Ted Haggard, líder de uma igreja do Colorado, que tinha forte influência política no país até que um escândalo estourou em 2006, quando um garoto de programa alegou ter tido um caso com ele.

25 mil fiéis

Long construiu a igreja a partir de uma congregação de apenas 300 membros, em 1987, para mais de 25 mil fiéis hoje.

A igreja, que fica num campus ao leste de Atlanta, administra uma rede de negócios. Em 2006, ela fez o funeral da ativista de direitos humanos, Coretta Scott King.

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