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Passagem de Ike pelo Texas deixou pelo menos 2 mortos

Houston (EUA.), 13 set (EFE) - Pelo menos duas pessoas morreram e uma está desaparecida nos estados do Texas e da Louisiana por causa da passagem do furacão Ike, que entrou nos Estados Unidos com categoria dois, mas já foi rebaixado a tempestade tropical, informaram hoje autoridades estaduais.

EFE |

Segundo funcionários texanos, uma mulher que morava na localidade de Pinehurst morreu enquanto dormia, quando uma árvore derrubada pelos ventos caiu sobre sua casa.

Por sua parte, as autoridades do estado da Louisiana informaram que um adolescente de 16 anos morreu afogado ao cair de um barco de pesca na lagoa Dularge, atingida pelo furacão.

Além disso, o Serviço de guarda-costeira procura Michael Moxly, de 19 anos, que desapareceu em frente às costas de Corpus Christi, no Texas, ao cair, de um píer, na água na ilha North Padre.

O secretário de Segurança Nacional, Michael Chertoff, que foi hoje à tarde às zonas afetadas, afirmou em Washington antes de partir que tinham sido registradas "grandes" altas da maré e danos "significativos" em ambos os estados.

"Foi uma tempestade muito perigosa", destacou o alto funcionário, que, em suas declarações, já antecipou a possibilidade de vítimas fatais.

A rede elétrica no Texas e na Louisiana sofreu graves danos.

Segundo as companhias elétricas, em torno de 2,6 milhões de pessoas em ambos estados ficaram sem luz e é possível que o restabelecimento total demore semanas.

As autoridades tinham pedido à população de Galveston, atingida pelo furacão, e de outras áreas para deixar a região, mas dezenas de milhares de pessoas ignoraram as instruções.

As autoridades texanas lançaram a operação de busca e resgate "mais ampla da história do Texas" para localizar e ajudar possíveis vítimas do furacão, explicou o governador do estado, Rick Perry.

Além da perda de eletricidade, "Ike" deixou, em sua passagem, milhares de casas inundadas, incêndios e vidros arrancados de arranha-céus.

As rotas de entrada aos portos em Galveston e Houston foram menos afetadas que o esperado.

Também parecem ter ficado com relativamente poucos danos as refinarias que se concentram no Golfo do México, que representam 22% da capacidade americana. EFE mv/db

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