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Partidos chegam a acordo para formar novo Governo no Nepal

Katmandu, 25 jun (EFE) - Os sete partidos que formam o Governo interino do Nepal assinaram hoje um acordo que destrava as negociações do último mês e assenta as bases para a formação, em breve, de um novo Executivo no país. As forças governistas assinaram um documento com 22 pontos, entre os quais se inclui o acordo de integrar os ex-combatentes maoístas no Exército nepalês nos próximos seis meses e pedir às Nações Unidas para continuar sua missão de verificação de desarmamento da antiga guerrilha. Pediremos à ONU para continuar com sua missão de supervisionar os (ex-)combatentes do Exército maoísta e suas armas por mais seis meses, diz o documento. A integração dos ex-guerrilheiros no Exército nepalês era um dos pontos de desacordo que obstruía a formação de um novo Governo no Nepal, que proclamou a República em 28 de maio e pôs fim a quase 240 anos de Monarquia. O acordo de hoje é muito importante porque acaba com o impasse político que existiu neste país durante muito tempo, disse, após a assinatura do documento, o secretário-geral do Partido Comunista do Nepal-Marxista-Leninista Unido (CPN-UML), Jhal Nath Khanal. Além disso, os partidos concordaram em que o presidente e o primeiro-ministro serão eleitos por maioria simples pela Assembléia Constituinte, na qual a antiga guerrilha maoísta conseguiu maioria após as eleições de abril. A Constituição nepalesa será emendada a partir dos 22 pontos do documento assinado hoje. Sobre as bases ...

EFE |

846 mulheres, estão alojados em 28 campos supervisionados pelas Nações Unidas.

Os observadores da ONU, que começaram sua missão em janeiro de 2007, têm 2.855 armas armazenadas em sete desses campos.

A missão da ONU termina em 22 de julho, por isso o Conselho de Segurança deverá decidir se amplia ou não a missão, assim que receber um pedido formal do Governo nepalês nesse sentido.

A realização das eleições em abril e a proclamação da República em maio terminaram um processo de paz iniciado no final de 2006, após dez anos de guerra entre o Governo e a guerrilha maoísta, que agora se dispõe a liderar o novo Executivo. EFE ms/wr/db

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