O partido da opositora birmanesa Aung San Suu Kyi considerou nesta terça-feira que é totalmente inaceitável que a junta militar que governa o país mantenha a data do referendo constitucional após a passagem do ciclone Nargis, que deixou mais de 20.000 mortos, segundo um balanço oficial.

Para a Liga Nacional para a Democracia (LND), o regime militar deve antes de mais nada - quatro dias depois da catástrofe - ajudar os milhares de afetados.

"Não vimos ajuda eficaz para as vítimas do ciclone, apesar das autoridades terem declarado as regiões afetadas em estado de catástrofe natural", declarou o partido de Suu Kyi, Prêmio Nobel da Paz e que permanece em prisão domiciliar.

hla/fp

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