LISBOA (Reuters) - O principal partido de oposição em Portugal, o Social Democrata (PSD) de centro-direita, saltou à frente do governista Socialista em pesquisa de opinião publicada nesta sexta-feira, um mês depois de o PSD eleger um novo e jovem líder.

A pesquisa, do instituto Marktest mostrou que, se uma eleição fosse realizada hoje, o Partido Social Democrata teria 39,8 por cento dos votos, nove pontos a mais do que o levantamento anterior da Marktest.

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LISBOA (Reuters) - O principal partido de oposição em Portugal, o Social Democrata (PSD) de centro-direita, saltou à frente do governista Socialista em pesquisa de opinião publicada nesta sexta-feira, um mês depois de o PSD eleger um novo e jovem líder.

A pesquisa, do instituto Marktest mostrou que, se uma eleição fosse realizada hoje, o Partido Social Democrata teria 39,8 por cento dos votos, nove pontos a mais do que o levantamento anterior da Marktest.

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Partido de oposição assume liderança em pesquisa em Portugal

LISBOA (Reuters) - O principal partido de oposição em Portugal, o Social Democrata (PSD) de centro-direita, saltou à frente do governista Socialista em pesquisa de opinião publicada nesta sexta-feira, um mês depois de o PSD eleger um novo e jovem líder.

A pesquisa, do instituto Marktest mostrou que, se uma eleição fosse realizada hoje, o Partido Social Democrata teria 39,8 por cento dos votos, nove pontos a mais do que o levantamento anterior da Marktest.

Reuters |

LISBOA (Reuters) - O principal partido de oposição em Portugal, o Social Democrata (PSD) de centro-direita, saltou à frente do governista Socialista em pesquisa de opinião publicada nesta sexta-feira, um mês depois de o PSD eleger um novo e jovem líder.

A pesquisa, do instituto Marktest mostrou que, se uma eleição fosse realizada hoje, o Partido Social Democrata teria 39,8 por cento dos votos, nove pontos a mais do que o levantamento anterior da Marktest.

O Partido Socialista, do primeiro-ministro José Sócrates, venceu a eleição de setembro passado com cerca de 37 por cento dos votos, mas agora sofre para reduzir a dívida e o déficit gigantescos.

Portugal tem sido apontado por investidores como o próximo elo fraco na corrente da zona do euro, após a Grécia e os bônus gregos enfrentarem problemas nesta semana, depois que a Standard & Poor's reduzir o rating de crédito do país em dois pontos.

Os socialistas caíram para 34 por cento das intenções de votos, contra os 35,6 por cento registrados em março.

Pedro Passos Coelho, de 45 anos, foi eleito para liderar um fragmentado PSD em 26 de março. Uma pesquisa anterior da Eurosondagem em meados de abril mostrava elevação na intenção de voto no PSD, mas os socialistas ainda tinham grande vantagem, de 7,5 pontos percentuais.

Passos Coelho moderou os ataques de seu partido ao governo desde que foi eleito líder e disse à Reuters, em entrevista no final da quinta-feira, que não tem a intenção de pressionar pela troca de governo, num momento que os investidores esquadrinham as finanças públicas portuguesas após a crise com a dívida da Grécia.

"O PSD está muito comprometido com a estabilidade (política) em Portugal, nos próximos anos... Queremos ganhar as próximas eleições, mas não estamos com pressa de chegar ao Palácio de São Bento", disse.

Uma vantagem nas pesquisas eleitorais pode, no mínimo, dar ao PSD mais poder de barganha nas negociações com o governo para aprofundar as medidas de austeridade. O PSD defende cortes mais profundos nos gastos para acalmar as preocupações dos investidores.

A pesquisa foi realizada entre 20 e 25 de abril para o jornal Diário Econômico e para a rádio TSF. Foram ouvidas 800 pessoas e a margem de erro é de 3,46 por cento.

(Reportagem de Andrei Khalip)

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