Os partidários do regime de fato de Honduras realizarão nesta quinta-feira uma manifestação contra o presidente deposto Manuel Zelaya, que continua refugiado na embaixada brasileira em Tegucigalpa.

Enquanto isso, os hondurenhos tentavam retomar suas atividades cotidianas depois da suspensão do toque de recolher que vigorava desde segunda-feira, quando Zelaya voltou de forma inesperada ao país e se refugiu na representação brasileira.

As autoridades do governo de facto de Honduras autorizaram na manhã desta quinta-feira a reabertura dos aeroportos do país, que estavam fechados desde segunda-feira, quando o presidente deposto Manuel Zelaya retornou ao país.

A decisão está em vigor desde as 06H00 (12H00 GMT), simultaneamente com a suspensão do toque de recolher mantido durante parte da tarde e durante a noite de quarta-feira.

A comunidade internacional, por sua vez, fará um novo esforço de mediação da crise, enviando uma missão da OEA e fazendo retornar os embaixadores retirados do país. A delegação de chanceleres e o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, devem chegar a Honduras neste fim de semana para explorar as possibilidades de uma solução negociada.

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