Milhares de partidários e opositores do presidente Hugo Chávez participavam neste sábado de duas manifestações diferentes para marcar o Dia dos Trabalhadores. De um lado, celebraram as conquistas da revolução bolivariana e, do outro, exigiram maior democracia e respeito por parte do governo." /

Milhares de partidários e opositores do presidente Hugo Chávez participavam neste sábado de duas manifestações diferentes para marcar o Dia dos Trabalhadores. De um lado, celebraram as conquistas da revolução bolivariana e, do outro, exigiram maior democracia e respeito por parte do governo." /

Partidários e opositores a Chávez se dividem em duas marchas pelo 1º de maio

Milhares de partidários e opositores do presidente Hugo Chávez participavam neste sábado de duas manifestações diferentes para marcar o Dia dos Trabalhadores. De um lado, celebraram as conquistas da revolução bolivariana e, do outro, exigiram maior democracia e respeito por parte do governo.

AFP |

Milhares de partidários e opositores do presidente Hugo Chávez participavam neste sábado de duas manifestações diferentes para marcar o Dia dos Trabalhadores. De um lado, celebraram as conquistas da revolução bolivariana e, do outro, exigiram maior democracia e respeito por parte do governo.

"Marchamos hoje pela classe operária, sujeito histórico das revoluções socialistas", disse o vice-presidente da Venezuela Elías Jaua, em entrevista à imprensa.

Através de sua recentemente estreada conta no Twitter, o presidente Chávez também saudou os trabalhadores.

"Felicidades em seu dia, trabalhadores e trabalhadoras. Convido-os ao socialismo que é o reino da classe operária", escreveu.

O presidente da opositora Central de Trabalhadores da Venezuela, Manuel Cova, declarou por sua vez que o governo mantém práticas "contrárias ao operariado e aos sindicatos", criticando o fato de as autoridades terem modificado o percurso de sua passeata.

Os partidários de Chávez seguiam em direção ao palácio presidencial de Miraflores, onde o presidente fará discurso agora à tarde.

Chávez, que lidera a chamada 'revolução bolivariana', anunciou o adiantamento, para o mês de maio da aplicação de um reajuste de 15% no salário mínimo, assim como um aumento de 40% nos proventos dos médicos incluídos no sistema social de saúde.

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