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Parlamento Europeu condena morte evitável e cruel de dissidente cubano

O Parlamento Europeu aprovou nesta quinta-feira, por ampla maioria, uma resolução que condena a evitável e cruel http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/02/24/dissidente+cubano+preso+morre+apos+85+dias+de+greve+de+fome+9407358.html target=_topmorte do preso político cubano Orlando Zapata e, além disso, fez um alerta contra o possível desfecho fatal da http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/03/09/farinas+esta+desidratado+mas+persiste+com+greve+de+fome+9422780.html target=_topgreve de fome do dissidente Guillermo Fariñas.

iG São Paulo |

O texto, objeto de consenso prévio entre os principais grupos políticos, "condena duramente a evitável e cruel morte" de Zapata, ocorrida em 23 de fevereiro após uma greve de fome de 85 dias , e critica a tentativa do governo cubano de obstruir a organização do funeral.

A resolução foi aprovada por 509 votos favoráveis, 30 contrários e 14 abstenções.

O texto também "deplora a ausência de todo qualquer significativo" de Havana em resposta aos pedidos da comunidade internacional a favor da libertação de todos os presos políticos. O Parlamento Europeu lembra que as detenções são contrárias à Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Os eurodeputados também alertam para o "alarmante estado de saúde" do jornalista Guillermo Fariña s, que entrou em greve de fome um dia depois da morte de Zapata, o que resultar em um "desfecho fatal".


Médico checa sinais vitais de Fariña no dia 5 de março / AP

A resolução aprovada pelas grandes bancadas políticas, incluindo conservadores e socialistas, é uma dura condenação a Havana, no momento em que a Espanha, que ocupa a presidência semestral da União Europeia (UE), pretendia estreitar as relações entre o bloco e a ilha comunista.

Os deputados do Parlamento Europeu também pedem aos governantes do continente uma intensificação das medidas para exigir a liberdade dos presos políticos, além de promover e garantir o trabalho dos defensores dos direitos humanos na ilha, para possibilitar a abertura de um "diálogo estruturado" com a sociedade civil cubana.

Repercussão no Brasil

No Brasil, o governo Lula evitou elevar o tom contra a situação dos presos políticos em Cuba .

A comparação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre presos políticos de Cuba e delinquentes foi criticada até dentro do PT, que mesmo assim se negou a votar uma moção de censura contra a falta de liberdade na ilha.

O deputado Raúl Jungmann (PPS-PE) apresentou na última quarta-feira perante a Comissão de Relações Exteriores da Câmara de Deputados uma moção de censura contra "as violações dos direitos humanos em Cuba". No entanto, a maioria governista da Casa vetou a proposta.

"É lamentável que a base parlamentar do governo se negue a ver as violações flagrantes dos direitos humanos em Cuba, como se não bastassem as declarações desastradas do presidente Lula", declarou o deputado.

Jungmann se referiu à entrevista concedida por Lula à agência de notícias AP. O presidente desqualificou as greves de fome dos presos políticos cubanos e os comparou aos detentos de penitenciárias brasileiras.

* Com AFP e EFE

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