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Parlamento da Albânia aprova polêmica lei eleitoral

Tirana, 18 nov. (EFE) - O Parlamento da Albânia aprovou hoje uma polêmica nova lei eleitoral, que provocou uma greve de fome de oito dias de dez deputados que consideram que a reforma discrimina aos partidos minoritários.

EFE |

Dos 117 deputados presentes na Câmara, 112 votaram a favor das emendas, enquanto os deputados grevistas deixaram a votação.

Os dez pertencem ao opositor Movimento Socialista para a Integração (LSI) e ao Partido Democrata-Cristão (KDP), aliado da coalizão governante de direita.

O líder do LSI, o ex-primeiro-ministro Ilir Meta, afirmou que a nova lei viola a Constituição, não garante o voto livre e cria o "poder absoluto" dos dois principais partidos.

Ele acusou o primeiro-ministro e líder do Partido Democrático (PD), Sali Berisha, e o líder do opositor Partido Socialista (PS), Edi Rama, de colaborar para aprovar uma lei eleitoral que reforça seu poder e limita o acesso dos partidos minoritários ao Parlamento.

A nova lei, formada por 184 artigos, impõe que os deputados do Parlamento sejam escolhidos nas legislativas do próximo ano.

Além disso, cai para sete o número dos membros da comissão eleitoral central e das mesas eleitorais, e a representação nelas dos partidos pequenos.

A Comissão Européia (CE) afirmou seu apoio às emendas e espera que o sistema eleitoral "seja adotado o mais em breve possível". EFE md/db

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