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Paris rejeita as pressões de Pequim sobre eventual encontro entre Sarkozy e Dalai Lama

A França rejeita as pressões, declarou nesta quarta-feira o chanceler Bernard Kouchner ao embaixador da China, convocado por ter feito uma advertência a um eventual encontro entre o presidente Nicolas Sarkozy e o Dalai Lama, segundo um comunicado emitido pelo ministério francês das Relações Exteriores.

AFP |

Kouchner "recebeu hoje o embaixador chinês na França, depois de suas declarações da véspera", destacou o porta-voz da chancelaria francesa, Eric Chevallier. "Ele lhe pediu explicações sobre estas declarações, que não são condizentes com o espírito que prevaleceu durante o encontro entre os dois presidentes no Japão", durante a cúpula do G8, acrescentou.

O ministro francês "disse ao embaixador que a França determina suas atitudes de forma independente, rejeitando qualquer tipo de pressão", prosseguiu o porta-voz.

O embaixador da China, Kong Quan, "confirmou ao ministro que o presidente da República francesa é bem-vindo a Pequim, sem condições", frisou Chevallier.

O diplomata havia sido convocado por Kouchner para se explicar sobre suas declarações de terça-feira, em que advertia que um eventual encontro entre Sarkozy e o Dalai Lama, líder espiritual dos tibetanos, teria "graves conseqüências" nas relações entre a França e a China.

O Dalai Lama é esperado na França entre os dias 12 e 23 de agosto.

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