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Parentes visitam vítimas de terremoto na China

Pequim, 2 abr (EFE).- As ruínas de Beichuan, cidade do sudoeste da China totalmente destruída por um terremoto em maio do ano passado, foram reabertas recentemente para os parentes das vítimas, informou hoje a imprensa estatal chinesa.

EFE |

A abertura coincide com a festa de Qingming, o "Dia de Varrer os Túmulos", que acontece neste sábado, 4 de abril.

Trata-se de uma data equivalente ao Dia de Finados brasileiro, na qual os chineses visitam os cemitérios e homenageiam os mortos.

Para motivo, centenas de pessoas entraram em Beichuan nas últimas horas para visitar os locais onde se encontravam suas casas, onde jogaram flores.

Eles também queimaram dinheiro falso para chegar a seus parentes no "além", uma tradição na cultura chinesa.

O terremoto de Beichuan em 12 de maio de 2008, deixando cerca de 90 mil mortos e desaparecidos, e destruindo 80% dos prédios da cidade.

Atualmente, o Governo trabalha na construção de uma "nova Beichuan" para os sobreviventes, a 35 quilômetros da cidade destruída.

Pequim, 2 abr (EFE).- As ruínas de Beichuan, cidade do sudoeste da China totalmente destruída por um terremoto em maio do ano passado, foram reabertas recentemente para os parentes das vítimas, informou hoje a imprensa estatal chinesa.

A abertura coincide com a festa de Qingming, o "Dia de Varrer os Túmulos", que acontece neste sábado, 4 de abril.

Trata-se de uma data equivalente ao Dia de Finados brasileiro, na qual os chineses visitam os cemitérios e homenageiam os mortos.

Para motivo, centenas de pessoas entraram em Beichuan nas últimas horas para visitar os locais onde se encontravam suas casas, onde jogaram flores.

Eles também queimaram dinheiro falso para chegar a seus parentes no "além", uma tradição na cultura chinesa.

O terremoto de Beichuan em 12 de maio de 2008, deixando cerca de 90 mil mortos e desaparecidos, e destruindo 80% dos prédios da cidade.

Atualmente, o Governo trabalha na construção de uma "nova Beichuan" para os sobreviventes, a 35 quilômetros da cidade destruída. EFE abc/jp

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