Parentes de polonês sequestrado no Paquistão pedem ajuda com fim do ultimato

Varsóvia, 4 fev (EFE).- Os parentes do engenheiro polonês que permanece sequestrado no Paquistão desde setembro do ano passado pediram hoje ao Governo um último esforço, no dia em que termina o ultimato dado pelos seqüestradores, que ameaçam matá-lo se o Executivo paquistanês não libertar presos talibãs.

EFE |

Piotr Stanczak trabalhava para a companhia polonesa Geofizyka Krakow e realizava prospecções na localidade de Attock (norte do Paquistão), quando foi sequestrado por vários desconhecidos, possivelmente membros de um grupo talibã.

"É um cidadão polonês e não importa onde esteja, o Governo deveria fazer algo por ele", lembrou a ex-mulher do engenheiro, com quem tem um filho de 13 anos, e que se uniu ao dramático apelo feito pela irmã de Stanczak.

"Este é um ato de desespero, por favor, façam o possível para resgatá-lo", pediu a mulher, através da rádio local.

Os seqüestradores ameaçam matar hoje o técnico polonês se o Governo do Paquistão não libertar os prisioneiros talibãs presos e, além disso, retirar suas tropas da área fronteiriça com o Afeganistão.

A imprensa paquistanesa culpou a empresa polonesa pelo sequestro do funcionário, já que o homem estava destinado a um local desértico e perigoso, sem contar com a devida proteção.

A porta-voz da Geofizyka Krakow negou então estas acusações e disse que as condições de segurança em Attock eram suficientes. EFE nt/an

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