Paraguai acha que casos da gripe aumentarão entre julho e agosto

Évora (Portugal), 30 jun (EFE).- A ministra da Saúde do Paraguai, Esperanza Martínez, disse hoje à Agência Efe que os casos de gripe suína podem piorar em seu país, que registrou já 96 infectados, entre julho e agosto, os piores meses do inverno no hemisfério sul.

EFE |

"Esperamos que as complicações e problemas possam se intensificar entre julho e agosto, que são os meses de nosso inverno mais fortes e também nosso período epidemiológico mais alto", disse Martínez, que assiste à 11ª Conferência Ibero-Americana de Ministros da Saúde.

A ministra lembrou os casos de contágio de viajantes procedentes da Argentina e dos Estados Unidos, e explicou que, para evitar a extensão da doença, houve controles "rígidos" nos aeroportos.

A titular da Saúde paraguaia reconheceu a "dificuldade" de controlar a doença nas fronteiras secas com o Brasil e a Argentina, e ressaltou que o Governo paraguaio realizou várias campanhas de informação para conter a propagação da doença.

Martínez ressaltou que a situação está "relativamente controlada" e que os contágios ocorreram entre núcleos de população pequenos, nos quais se declarou a doença, formados, na maioria, por um máximo de 15 pessoas.

"Estamos trabalhando com a gripe como uma contingência à parte, mas, se progredir, a trataremos como a gripe sazonal", disse, após assegurar que o Paraguai tem remédios suficientes para combater o vírus.

Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados. EFE atc/an

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