Paquistão segue repressão para evitar marcha opositora

Nova Délhi, 13 mar (EFE).- As autoridades paquistanesas fecharam a passagem entre as províncias de Sindh e Punjab e destacaram grande contingente de forças de segurança para tentar frear a marcha contra o Governo convocada por advogados e ativistas políticos.

EFE |

Segundo uma fonte policial citada pelo canal de TV "Dawn", a situação na região é tranqüila e não foram registrados distúrbios.

Um grupo de manifestantes conseguiu iniciar ontem a marcha em Karachi, capital da província de Sindh, enquanto outra caravana, liderada pelo presidente da Associação de Advogados do Supremo Tribunal, Ali Ahmed Kurd, fez o mesmo em Quetta, capital do Baluchistão.

Os grupos deveriam confluir à tarde em Sukkur, cidade no norte de Sindh, para continuarem juntos a rota rumo a Islamabad.

Até o momento as caravanas de advogados, liderados pela Liga Muçulmana do Paquistão-Nawaz (PML-N), do ex-primeiro-ministro Nawaz Sharif, não chegaram ao ponto de encontro.

O plano dos organizadores do protesto, que foi proibido pelas autoridades, é atravessar a província do Punjab e chegar a Islamabad para uma grande manifestação na próxima segunda-feira.

As forças de segurança continuam lançando batidas em diferentes pontos do país. Desde o início das movimentações para a marcha, mais de mil advogados e ativistas políticos foram detidos, 400 só no Punjab, reduto eleitoral de Sharif. EFE mb/rr

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