Paquistão condena uso da força na Caxemira e pede fim da violência

Islamabad, 12 ago (EFE).- O Paquistão condenou hoje o excessivo uso da força aplicada pelas forças de segurança indianas contra manifestantes muçulmanos na Caxemira, onde uma onda de violência deixou cerca de 30 mortos nas últimas semanas.

EFE |

Doze pessoas morreram hoje e outras seis na segunda-feira em confrontos entre manifestantes muçulmanos e forças da ordem na Caxemira, cujo território é disputado por Índia e Paquistão desde 1947.

Um dos mortos de ontem era dirigente da Conferência Hurriyat, um dos dois principais grupos separatistas da Caxemira indiana.

Em comunicado, o ministro de Exteriores do Paquistão, Mahmoud Qureshi, expressou suas condolências pelo "martírio" do líder da Conferência Hurriyat, Sheikh Abdul Aziz.

Qureshi visitou os escritórios desse partido em Islamabad, onde prestou homenagem aos "sacrifícios da direção caxemiriana".

O ministro paquistanês lhes assegurou "o total apoio moral e diplomático à causa caxemiriana", além de lamentar "o excessivo uso da força" por parte das forças de segurança indiana contra o povo da Caxemira.

Qureshi "pediu o fim imediato da violência" na região, segundo o comunicado. EFE igb/an

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