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Papa pede que o cristianismo não seja reduzido a um slogan

Cidade do Vaticano, 2 abr (EFE).- Bento XVI celebrou hoje uma missa por João Paulo II, no quarto aniversário de sua morte, em que advertiu do risco de que a sociedade atual reduza o cristianismo a um slogan ou ideologia.

EFE |

Diante de milhares de pessoas, muitas delas vindas da Polônia para prestar homenagem a "João Paulo, o Grande", como voltaram a chamá-lo, Bento XVI ressaltou a figura de "seu amado antecessor", o papa que dirigiu a Igreja Católica por 27 anos e cujo pontificado foi, até agora, o terceiro mais longo da história da Igreja.

"João Paulo II desde jovem foi um intrépido e audaz defensor de Cristo. Por Ele não duvidou em gastar todas suas energias, não aceitou descer a (...) e desde o começo de seu Pontificado não teve medo de proclamar que só Jesus é o verdadeiro salvador, libertador do homem", afirmou.

Bento XVI ressaltou, no meio dos aplausos dos milhares de fiéis que enchiam a Basílica de São Pedro, o "entusiasmo" que João Paulo II sabia difundir nas novas gerações e disse que "sua memória é um estímulo para todos".

Ele acrescentou que João Paulo II conclamou adultos e jovens a "levar a sério" a educação e que ele tenta seguir essa linha "falando em numerosas ocasiões da urgência educacional que corresponde hoje dia às famílias, à igreja, à sociedade e às novas gerações". EFE jl/jp

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