Papa pede a educadores para não banalizarem sexualidade em formação de jovens

Cidade do Vaticano, 14 jan (EFE).- Em discurso feito no Vaticano diante de políticos de Roma e do governo da província de Lácio, à qual pertence a capital italiana, o papa Bento XVI pediu hoje aos professores para que não banalizem os grandes temas da afetividade e da sexualidade na formação dos jovens.

EFE |

O Pontífice pediu a colaboração de toda a sociedade, em especial aos que trabalham em escolas, "para que eduquem em uma visão elevada do amor" "Desejo - disse -, para tal fim, convidar a todos para que compreendam que ao pronunciar seu 'não', a Igreja na realidade diz 'sim' à vida, ao amor vivido na verdade da entrega de um ao outro, ao amor que se abre à vida e não se fecha em uma visão narcisista", explicou.

Segundo o papa, "somente assim se pode chegar a um modelo de vida no qual a felicidade é um bem partilhado".

Sobre esses temas, como também sobre os da família fundada no matrimônio e "o respeito à vida desde sua concepção até seu fim natural - afirmou -, a comunidade eclesiástica não pode ser mais que fiel à verdade que é a garantia de liberdade e da possibilidade de um desenvolvimento humano integral".

Em frente aos políticos, Bento XVI também lembrou aos que receberam a confiança dos cidadãos por meio do voto sobre "a grande responsabilidade de governar perseguindo constantemente o bem comum". EFE.

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