Papa impõe pálio a 4 arcebispos brasileiros

Cidade do Vaticano, 29 jun (EFE).- O papa impôs hoje no Vaticano o pálio - símbolo de comunhão com o pontífice - a 34 arcebispos de todo o mundo, incluindo quatro brasileiros.

EFE |

Sérgio da Rocha, arcebispo de Teresina; Maurício Grotto de Camargo, arcebispo de Botucatu (SP); Gil Antônio Moreira, arcebispo de Juiz de Fora (MG), e Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, estão entre os que receberam o pálio, além de três mexicanos, dois espanhóis, um colombiano, um venezuelano, um salvadorenho e cinco americanos.

O pálio é uma faixa de lã branca, de entre quatro e seis centímetros de largura, com seis cruzes de seda preta bordadas longitudinalmente.

São confeccionados com a lã de dois cordeiros brancos que tradicionalmente eram benzidos na basílica romana de Santa Inês na Via Nomentana em 21 de janeiro de cada ano, a festividade da santa.

Nos últimos anos, foram benzidos no Vaticano, onde os cordeiros são levados perante o papa em cestas de vime decoradas com flores.

Os dois animais são depois entregues às freiras beneditinas de Santa Cecília, que ficam responsáveis de tosquiá-los e confeccionar os pálios.

A princípio, o pálio era um sinal litúrgico exclusivo dos papas, mas depois estes o concederam aos bispos que tinham recebido de Roma uma especial jurisdição. EFE jl/an

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