Panamenhos votam para presidente em eleição tranquila

Os panamenhos elegeram neste domingo o presidente que governará o país durante os próximos cinco anos, em uma votação tranquila.

AFP |

A eleição foi encerrada às 16H00 local (18H00 Brasília), sem o registro de qualquer incidente sério envolvendo os 2,2 milhões de eleitores inscritos.

Além do presidente, os panamenhos escolheram 71 deputados do Congresso Nacional, 20 do Parlamento CentroAmericano, 75 prefeitos e 630 vereadores.

Dois candidatos com estilos diferentes disputam a presidência na votação em apenas um turno: o empresário bilionário de direita Ricardo Martinelli, favorito nas pesquisas, e a socialdemocrata Balbina Herrera, ex-ministra da Habitação do atual governo.

"É a luta entre o continuísmo e a mudança", disse hoje Martinelli, candidato da Aliança da Mudança, que reúne quatro partidos de direita.

Já Herrera, candidata do Partido Revolucionário Democrático (PRD), disse que "hoje é um dia especial para todos, por que tudo muda no país".

O terceiro candidato na disputa, Guillermo Endara, da Vanguarda Moral da Pátria, não tem qualquer chance.

"A votação foi tranquila, exceto por pequenos incidentes, sem qualquer importância, que não alteraram o processo eleitoral", disse o presidente do Tribunal Eleitoral, Erasmo Pinilla.

Os observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) confirmaram que a eleição transcorreu normalmente, bem organizada e com ordem.

Os primeiros resultados e projeções são esperados para às 19H30 (Brasília).

Independentemente de quem assumir a presidência a partir de 1º de julho, não parece que vá ocorrer uma mudança de rumo na economia do país, uma das mais globalizadas do continente, junto com a chilena, e uma das mais bem sucedidas, com um crescimento médio nos últimos três anos de 9,7% e que este ano deve crescer entre 3 e 5%, apesar da crise financeira internacional.

af/fp/LR

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