Palin é absolvida em sindicância sobre ética no Alasca

Por Yereth Rosen ANCHORAGE, Estados Unidos (Reuters) - A governadora do Alasca e candidata republicana à vice-presidência dos Estados Unidos, Sarah Palin, foi absolvida na segunda-feira em uma investigação de abuso de poder relacionada à demissão de um comissãrio de segurança pública.

Reuters |

O relatório do Conselho de Funcionários Públicos do Alasca, divulgado na véspera das eleições norte-americanas, se opõe à conclusão de um inquérito legislativo finalizado em outubro, que dizia que Palin cometeu abuso de poder em seu gabinete, pressionando seus subordinados a demitir um policial que era ex-marido de sua irmã.

A própria Palin, que concorre à vice-presidência na chapa da John McCain, levou a questão ao conselho, depois de reclamar que o inquérito legislativo era liderado por democratas e tinha motivações partidárias.

O conselho, formado por três membros subordinados a Palin, foi responsável por determinar se ela infringiu alguma lei.

A investigação concluiu que não houve "causa provável" para Palin violar a ética executiva do Estado ao demitir Walt Monegan do cargo de comissário de segurança pública.

Michael Wooten era funcionário envolvido em um conturbado divórcio e batalha judicial com a irmã de Palin. A governadora também foi absolvida da acusação de violações éticas relacionadas a suas relações com ele.

Timothy Petumenos, advogado independente que trabalha para o conselho, disse que a governadora e várias outras autoridades administrativas negaram categoricamente algumas das alegações de Monegan. O testemunho do ex-comissário foi a base para a conclusão do inquérito legislativo.

Segundo Petumenos, Palin também prestou depoimento e disse que não conhecia muitas das pessoas que Wooten afirmou terem sido pressionadas pela governadora. Palin afirmou também que as autoridades administrativas tinham tais contatos sem sua permissão ou direção.

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