Outra jovem afirma ter cobrado para frequentar festas de Berlusconi

ROMA - Outra jovem afirmou à imprensa italiana ter cobrado para participar de festas do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi.

EFE |

Segundo os jornais italianos deste sábado, Bárbara Monterreale, de 23 anos, que foi interrogada pela Procuradoria de Bari, confessou ter recebido dinheiro para frequentar as festas do premiê italiano.

O caso foi descoberto graças a conversas telefônicas do empresário Giampaolo Tarantini interceptadas pela polícia, que investigava supostas concessões ilícitas a sua empresa, a Technohospital, em troca de subornos.

Desde então, Tarantini passou a ser investigado também por ser supostamente o responsável por recrutar jovens para as festas de Berlusconi.

AFP

"Festinha" de Silvio Berlusconi foi divulgada nos jornais italianos


Quatro jovens já tinham admitido esta semana que receberam para frequentar as reuniões particulares do governante italiano.

Uma delas é Patrizia D'Addario, que reconheceu que recebeu mil euros para ir a uma festa de Berlusconi e que manteve relações sexuais com o primeiro-ministro.

Bárbara Monterreale, que disse ser amiga de D'Addario, afirmou que na festa em Palazzo Grazzioli, a residência em Roma de Berlusconi, "todos sabiam" que sua colega era uma "escort" (acompanhante) e que passou a noite com o governante.

"Ela me contou no dia seguinte que tinha mantido relações sexuais com o primeiro-ministro e que não tinha cobrado, porque queria mesmo que ele a ajudasse a construir uma casa", afirmou.

Monterreale também afirmou que não manteve relações sexuais com Berlusconi e disse que D'Addario resolveu contar à imprensa seu relacionamento com o premiê por vingança.

"Patrizia pensava em se vingar desde o Natal. Ela me disse que faria isso porque Berlusconi não quis ajudá-la", afirmou.

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