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Otan diz que Rússia estava consciente da declaração conjunta com ONU

Budapeste, 9 out (EFE).- A Otan afirmou hoje que a Rússia sempre esteve informada do processo de negociação da declaração conjunta com a ONU, da qual Moscou diz que não reconhece a legitimidade por ter sido elaborada e assinado em segredo.

EFE |

O embaixador russo ante a Aliança Atlântica, Dmitri Rogozin, disse na última quarta em Bruxelas que "não reconhece a legitimidade deste documento" e que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, "ultrapassou suas funções" ao assinar este texto, no dia 23 de setembro durante a Assembléia Geral das Nações Unidas.

O porta-voz da Otan, James Appathurai, expressou hoje sua surpresa por esta reação russa ao afirmar que todos os embaixadores de países com os quais a Aliança mantém programas de cooperação "estavam conscientes, incluído Rogozin".

"Não entendo a razão de haver preocupações agora. Não foi surpresa alguma para ninguém, em absoluto", acrescentou o porta-voz em declarações à margem da reunião informal de ministros da Defesa da Otan realizada hoje e amanhã em Budapeste.

A declaração conjunta estabelece a cooperação entre os secretariados gerais das Nações Unidas e da Otan para enfrentar as ameaças e desafios que enfrenta a comunidade internacional.

Segundo Rogozin, o documento foi assinado "em segredo" sem advertir de seu conteúdo a Rússia, um membro permanente do Conselho de Segurança, e disse que outros membros, como China, França ou Reino Unido, também não foram advertidos. EFE rcf/fal

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