Otan deve prorrogar combate a piratas no Golfo de Áden

Bruxelas, 22 abr (EFE).- A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estuda ampliar a permanência no Golfo de Áden dos quatro navios que combatem a pirataria na região, os quais partiriam amanhã para uma série de visitas diplomáticas a vários portos asiáticos.

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Os 28 embaixadores da Otan e o secretário-geral da organização, Jaap de Hoop Scheffer, estão reunidos neste momento no Conselho do Atlântico Norte e podem mudar os planos de navegação das embarcações ainda hoje ou, no mais tardar, amanhã, disse James Appathurai, porta-voz da Aliança.

"O plano original foi aprovado em circunstâncias diferentes", lembrou Appathurai. Agora, é preciso levar em conta "a piora na intensidade, o número de ataques e o tamanho da área afetada pela pirataria", acrescentou.

A intenção era que os navios fizessem uma visita "de boa vontade" aos portos de Karachi (Paquistão), Cingapura e Perth (Austrália).

Quanto ao papel da Otan a longo prazo, a Otan discute a possibilidade de enviar uma missão maior para a região, já que os navios enviados para combater a pirataria desempenhariam outras funções.

Atualmente, há quatro navios sob o comando da Otan - de Espanha, Canadá, Holanda e Portugal - combatendo os ataques de piratas na região do Golfo de Áden. Além disso, um navio alemão participa tanto desta operação como da missão da União Europeia na região. EFE met/sc

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