Os eclipses totais do Sol

Os eclipses solares totais acontecem quando a Lua está alinhada entre a Terra e o Sol, o que significa que o astro-rei ficará oculto para os habitantes de nosso planeta que se encontrarem à sombra da Lua.

AFP |

Há pelo menos dois eclipses solares por ano, com frequência parciais: o disco solar parece ter sido 'mordido' pela Lua sem ficar totalmente oculto.

Desde Claudio Tolomeu, no século II, se pode predizer a data de um eclipse e, desde o século XVIII, onde ocorrerá. A criação dos computadores simplificou os cálculos que outrora levavam, às vezes, até um mês para os astrônomos.

Se o plano da órbita da Lua fosse o mesmo que o da órbita terrestre, haveria um eclipse do Sol a cada Lua nova, mas como a órbita da Lua é ligeiramente inclinada, pode passar no céu por cima ou por baixo do Sol.

O Sol possui um diâmetro 400 vezes maior que o da Lua, mas está também 400 vezes mais distante. Visto a partir da Terra, seu disco é sensivelmente do mesmo tamanho, no entanto com algumas variações.

Como as órbitas da Terra e da Lua não são perfeitamente circulares, as distâncias Terra-Lua e Terra-Sol variam.

A Terra se encontra mais distante do Sol no mês de julho, período em que nos parece menor. A Lua também parece mais ou menos maior segundo sua distância (de 350.000 a 400.000 km da Terra).

Quando o Sol se encontra mais perto da Terra em janeiro e a Lua muito longe para ocultá-lo por completo, um anel de luz solar fica visível: trata-se de um eclipse anelar.

O próximo eclipse anelar terá lugar em 15 de janeiro próximo. E o próximo eclipse solar total acontecerá em 11 de julho de 2010, quase inteiramente sobre o Pacífico Sul.

O último eclipse total foi visível em 1o. de agosto de 2008, do nordeste do Canadá ao noroeste da China.

ah/cn

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