Oposição acusa Junta Militar mauritana de antecipar campanha eleitoral

Nuakchott, 21 mar (EFE).- A Frente Nacional para a Defesa da Democracia (FNDD), uma coalizão de partidos políticos e sindicatos que faz oposição aos militares que deram um golpe de Estado na Mauritânia, acusaram hoje o chefe da Junta Militar, o general Mohammed Ould Abdelaziz, de entrar em campanha eleitoral antes da hora.

EFE |

Em comunicado, o FNDD disse que Ould Abdelaziz iniciou uma "demagógica propaganda para justificar o golpe" de 6 de agosto do ano passado, "que derrubou o presidente constitucional e legítimo, Sidi Mohammed Ould Cheikh Abdallahi, eleito pelo povo mauritano".

No último dia 19, o general Abdelaziz fez um comício na localidade de Aleg, 300 quilômetros a leste da capital, durante o qual, além de atacar os antigos regimes de poder no país, disse que sua maior preocupação é tirar a Mauritânia da miséria.

O chefe da Junta Militar mauritana fez estas declarações enquanto visitava a região de Aftut, a mais pobre do país, com o objetivo de ver de perto as condições de vida da população local e definir que projetos podem melhorar a situação dos habitantes. EFE mo/sc

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