Bagdá, 11 ago (EFE) - O primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, ordenou hoje deter por um período de sete dias a campanha militar lançada na província de Diyala contra a Al Qaeda para permitir aos insurgentes que se entreguem às forças de segurança.

Segundo um comunicado do porta-voz do Ministério da Defesa, Mohammed al-Askari, a ordem emitida por Maliki, chefe das Forças Armadas iraquianas, entrou em vigor às 11h (4h em Brasília) e terminará em 15 de agosto.

O primeiro-ministro iraquiano já ofereceu em várias ocasiões a anistia a todos os insurgentes que não assassinado ninguém.

Além disso, prometeu entregar dinheiro aos combatentes que entreguem suas armas.

No final de julho, o Exército iraquiano lançou uma ampla ofensiva militar conhecida como "Bons presságios", com o objetivo de "acabar com a Al Qaeda na província e permitir o retorno das famílias deslocadas", anunciou então esta instituição iraquiana.

A província de Diyala se transformou em um dos últimos redutos da resistência iraquiana e dos grupos terroristas que operam neste país. EFE ah/db

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