Onze anos após ataque a batalhão, 2 soldados ainda estão em poder das Farc

Bogotá, 20 dez (EFE) - Um batalhão militar do sudoeste da Colômbia lembrou o 11º aniversário do ataque das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) a uma base de comunicações do Exército, à qual pertenciam os dois soldados que estão há mais tempo seqüestrados pela guerrilha.

EFE |

A data foi lembrada de forma antecipada com uma missa no Batalhão de Boyacá, unidade de infantaria com sede em Pasto e que tinha a cargo as instalações da Colina Patascoy atacadas pelos insurgentes.

"Por que não fazem algum acordo com o senhor presidente (da Colômbia, Álvaro Uribe)?", perguntou aos rebeldes José Fidencio Martínez, pai de José Líbio Martínez, seqüestrado junto a Pablo Emilio Moncayo em 21 de dezembro de 1997.

Ambos, na época cabos do Exército, foram seqüestrados com outros 16 militares por guerrilheiros das Farc, que tomaram a base e mataram dez soldados.

Os 16 soldados foram libertados quase quatro anos depois pelos rebeldes, que deixaram Martínez e Moncayo em um grupo de civis e oficiais ou suboficiais da Polícia que pretendem trocar por 500 rebeldes presos. EFE jgh/db

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