ONU se diz alarmada com violações do direito internacional em conflitos

O Conselho de Segurança da ONU chamou a atenção, nesta quinta-feira, sobre o número cada vez maior de violações do direito humanitário internacional nos conflitos armados.

AFP |

Por iniciativa da França, que em janeiro assumiu a presidência temporária do Conselho, os 15 países membros fizeram uma reunião a portas fechadas sobre medidas para reverter esta tendência, garantindo mais proteção aos civis em meio a conflitos armados.

"Tods nós notamos uma alarmante tendência nas crescentes violações dos direitos humanos e do direito internacional humanitário, cujas principais vítimas são os civis, principalmente mulheres e crianças, mas também trabalhadores humanitários, funcionários da ONU e jornalistas", declarou à imprensa o embaixador francês nas Nações Unidas, Jean-Maurice Rippert.

Os membros do Conselho destacaram que "todas as partes de um conflito, seja entre Estados ou grupos armados", devem respeitar o direito internacional, citando conflitos recentes como Gaza, Darfur, República Democrática do Congo (RDC) e Sri Lanka.

Susan Rice, nova embaixadora dos Estados Unidos na ONU, afirmou que a proteção dos civis durante um conflito armado não é "apenas um dever moral", mas deveria ser "um elemento central de qualquer operação militar".

hc/ap

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