Nações Unidas, 25 jun (EFE).- A ONU reconheceu hoje o compromisso de 14 países com a proteção dos funcionários e contratistas da organização, que na última década se transformaram em alvos deliberados de grupos terroristas e radicais.

Os países, homenageados em uma singela cerimônia, são os únicos signatários do protocolo opcional da Convenção para a Segurança dos Funcionários da ONU e Associados, que precisa ser ratificado por outras oito nações para poder entrar em vigor.

O presidente do sindicato de funcionários das Nações Unidas, Stephen Kisambira, e o subsecretário-geral para Assuntos Legais da organização, Nicolas Michel, entregaram na cerimônia um certificado de reconhecimento a representantes dos países signatários.

O documento foi assinado por Espanha, Áustria, Botsuana, Gabão, Alemanha, Quênia, Liechtenstein, Mônaco, Holanda, Noruega, Eslováquia, Suécia, Suíça e Tunísia.

O protocolo opcional adotado em 2005 pela Assembléia Geral estende a proteção da Convenção aos funcionários que participarem de tarefas de desenvolvimento e assistência em situações pós-conflito, assim como aos que prestam ajuda humanitária em situações de emergência.

A Convenção para a Segurança dos Funcionários da ONU e Associados, que entrou em vigor em 2000, proíbe ataques contra a organização e exige sua proteção por parte de Governos e grupos armados.

Além disso, criminaliza o assassinato, a tortura, e o seqüestro de funcionários das Nações Unidas, assim como os atentados contra suas propriedades e instrumentos de trabalho.

jju/rb/gs

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.