ONU confirma 61 funcionários mortos no Haiti; 180 seguem desaparecidos

A ONU confirmou nesta quinta-feira que pelo menos 61 funcionários morreram no terremoto do dia 12 no Haiti. Outros 180 ainda estão desaparecidos.

EFE |

O porta-voz da ONU Farhan Haq disse à EFE que o número de desaparecidos, que chegou a ser de 600, foi sendo reduzido à medida que os funcionários antes incomunicáveis foram rastreados.

Os mortos confirmados até o momento são 24 soldados e 12 policiais da Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah), além de 25 civis do organismo.

O Exército brasileiro informou que 18 militares do país que participavam da Minustah morreram em consequência do terremoto .

Entre os civis - além da médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e de Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti -, foi informado nesta quinta-feira que outra mulher de dupla nacionalidade (brasileira e francesa) também morreu no tremor.

A maioria dos mortos entre funcionários da ONU morreu com o desabamento da sede da missão, o Hotel Cristopher, situado na parte alta de Porto Príncipe. Na hora do tremor, havia cerca de 100 pessoas nessas instalações.

O novo número de vítimas confirma que o terremoto no Haiti é uma das piores tragédias também para a ONU desde sua fundação, em 1945.

O grande terremoto de 7 graus aconteceu às 19h53 (Brasília) do dia 12 e teve epicentro a 15 quilômetros da capital, Porto Príncipe.

Veja também:

Leia mais sobre terremoto

    Leia tudo sobre: haititerremoto no haiti

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG