O presidente da Assembléia Geral da ONU, Miguel dEscoto, acusou Israel, nesta quinta-feira, de violar o direito internacional em sua ofensiva na Faixa de Gaza, que deixou mais de 1.000 mortos em 20 dias.

"As violações do direito internacional cometidas num ataque em Gaza foram devidamente anotadas: punição coletiva, uso desproporcionado da força e ataque a alvos civis, entre eles casas, mesquitas, universidades e escolas", declarou d'Escoto em uma reunião de urgência da Assembléia da ONU.

Esta reunião, convocada a pedido de vários Estados-membros como a Malásia, a Indonésia e a Síria, visa exigir o respeito ao pedido de cessar-fogo lançado em 8 de janeiro pelo Conselho de Segurança, em um ambiente pesado decorrente do bombardeio do quartel general da ONU em Gaza por Israel.

hc/lm/sd

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.