A Assembléia Geral das Nações Unidas iniciou nesta quinta-feira novas negociações sobre a reforma do Conselho de Segurança, que buscam ampliar o órgão para torná-lo mais representativo e efetivo.

Por iniciativa do presidente da Assembléia, o nicaraguense Miguel d'Escoto, os 192 Estados membros realizaram uma sessão plenária, sob a presidência do embaixador do Afeganistão, Zahir Tanin, encarregado de dirigir o processo.

Foram discutidos cinco temas: as categorias dos membros (permanentes ou não), o veto, a representação regional, a ampliação do Conselho e seu método de trabalho.

O Conselho de Segurança, principal órgão de decisão da ONU, conta atualmente com 15 membros, sendo cinco permanentes e com direito a veto: China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e Rússia.

Argumentando que a atual composição - nascida da relação de forças que prevalecia em 1945, por ocasião do surgimento da ONU - já não reflete o panorama atual, vários Estados defendem a ampliação do Conselho para admitir países como Brasil, Japão e Alemanha.

hc/LR

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